Na opinião do deputado, as decisões daArgentina, da Espanha e de Portugal, que são países com tradição religiosaparecida com a do Brasil, contribuem para quebrar esse tabu.
Pela proposta, casais homoafetivos devem ter os mesmos direitos e responsabilidades daqueles formados por homens e mulheres.
O deputado explica que a medida não se relaciona a casamento nem a adoção. "Estou tratando dos direitos civis - bens, herança, previdência, segurança após a morte, aquisição de bens. Queremos tirar qualquer vinculação com religião", explica.
Espero que isso seja pra valer...pois como todos sabem...pagamos nossos impostos e somos pessoas que merecemos respeito...Temos nossa vida produtiva. E não só por isso, mas por uma questão de respeito e direitos que temos.
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