Os bem casados defendem a união de contas correntes...
Mas será a divisão causa ou conseguência?
Quando um relacionamento não dá certo, será mais simples separar de forma ágil e justa um patrimônio que sempre foi dividido. Porém quando se recomenda a divisão dos gastos mensais do casal, ou a contribuição proporcional à renda de cada um, nesta prática não está sendo plantada a semente da separação.
Se o casal opta por dividir seus gastos meio a meio, alguém sempre sofre mais que o outro. Como dificilmente as rendas são iguais, um dos lados tem maior capacidade de poupança, mais verbas para gastar em cuidados pessoais, mais flexibilidade lidar com imprevistos.
Se por exemplo, o casal decide tirar férias, terá que escolher terá que escolher um pacote aquém do que o mais abonado pode pagar, ou além do que mais sacrificado pode comportar. Alguém sempre sai frustrado ou pressionado. Esse modelo de orçamento cria problemas como o sentimento de incompetência alheia quando o companheiro perde o emprego.
Normalmente quem ganha mais acaba adotando a atitude superprotetora, assumindo as contas básicas e delegando ao outro apenas gastos pessoais. O resultado é uma destruição da autoestima de quem ganha menos.
A união, é a receita eficaz. Não necessariamente as contas, mas o planejamento. Uma só renda, um conjunto de gastos, um planejamento para uma só família. Se quiserem e achar melhor, com contas separadas, mas com uma estratégia unida para ambas. Duas cabeças pensam melhor que uma e têm maior força como relacionamento.
Quando duas pessoas se relacionam e são unidas, podem antecipar soluções de problemas que podem destruir a relação.
Enriquecer a dois realmente é bem mais fácil.
P.S.
Leiam o Livro: “ Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”
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