domingo, 30 de maio de 2010

Onde leva a ganância???

Depois de lerem a reportagem a baixo...tirem suas próprias conclusões...a minha é esta....

" As pessoas tem um amor surpreendente...desde de que não tenha dinheiro no meio, tenho exemplos na família mesmo...meu irmão mais novo quando meu pai teve um AVC e estava na época sendo cuidado por meus tios...o único bem que ele tinha era um Chevette Hatch ano 80....mas meu irmão só pensava no dito carro...isso que ele nem carteira tinha...e nem idade para dirigir...(não tem CNH, até hoje...com 28 anos)...tentou até roubar o carro da casa do meu tio...
Eu sempre digo que...tem amor e carinho...desde que não tenha dinheiro envolvido...se tiver...cuidado...o amor, tem sim um valor...depende de quanto vale sua vida...."

Pai suspeito de tramar morte do filho por Mega-Sena deixa a prisão em MS

Homem e outro filho dele foram indiciados por formação de quadrilha.
Informação é da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.


Foi libertado no final da tarde deste domingo (30) Francisco Serafim Barros, 60 anos, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Ele é suspeito de planejar a morte de um dos filhos em razão da disputa por um prêmio da Mega-Sena, informou o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, Rodrigo Yossaka ao G1.
Barros estava preso desde quinta-feira (27) quando foi detido pela polícia em Cuiabá e foi solto hoje depois de prestar depoimento sobre o caso. Também foram liberados neste domingo quatro homens que, segundo a polícia, foram contratados para praticar o crime - que não chegou a ser executado.
Só permanece na prisão o outro filho do empresário suspeito, Fabiano Leão de Barros. Segundo o delegado, ele também está envolvido no esquema e foi autuado em flagrante por porte de armas. Pai e filho foram indiciados por formação de quadrilha, segundo o delegado.

O Ministério Público havia dado parecer contrário à libertação dos suspeitos.

A origem da briga
Segundo as investigações, a desavença começou quando, em julho de 2006, em uma lotérica de Cuiabá,o filho apostou na Mega-Sena e acertou sozinho as seis dezenas. O prêmio era de R$ 28.244.624,32.
“Eu falei: ‘o que eu vou fazer com um dinheiro desse tamanho? Vou ligar para quem? Vou ligar para o meu pai’”, conta ele que, com medo de morrer, não quer se identificar.

Na época, o pai era diretor de um banco estatal, em Belém. O filho sortudo trabalhava como instalador de vidros: “Foi depositado na conta do meu pai, por ele ser um expert em administrar dinheiro. Eu tinha um monte de patrimônio, mas nada no meu nome. Tudo no nome dele”.

Quando o ganhador quis transferir a quantia, o pai não concordou e teve início uma briga judicial, há dois anos.

“Eu falei: ‘pai, eu quero tudo no meu nome’. Aí ele falou que não, que isso não era meu, era bem de família. O patrimônio que ele passou pra mim foi R$ 14 milhões em fazendas de gado”.

O vencedor dos R$ 28 milhões da Mega-Sena, que mora atualmente em Guiratinga, Mato Grosso, entrou na Justiça contra o pai. Quer todo o valor do prêmio de volta. O caso ainda está sendo analisado. A Justiça já determinou o bloqueio de bens de Francisco Serafim Barros.

No sábado, o advogado Ricardo Monteiro, que defende o filho, disse ao G1 que pai e o filho ganhador da Mega-Sena não se falam há cerca de três anos. O filho foi informado pela polícia sobre os supostos planos do pai.

Investigações
O plano começou a ser descoberto em um posto da Polícia Rodoviária Federal a 50 quilômetros de Campo Grande.

O policial decidiu parar um veículo que já estava deixando a cidade em direção ao estado de Goiás. Dentro estavam dois homens que aparentemente não levantavam suspeita. Mas durante a revista, o policial encontrou arma e munição.

Os homens levavam ainda um envelope com fotos do vencedor da Mega-Sena e da namorada dele. Nervosos, os suspeitos disseram que eram de parentes. Mas um dos policiais rodoviários, Jaques Douglas Barbosa, olhou as fotos e se mostrou espantado com o que classifica de uma enorme coincidência: a moça da foto era prima dele. “Sem dúvida nenhuma, é muita sorte mesmo. Ela nasceu de novo”, contou o policial.

Os dois homes ficaram cinco dias presos. A polícia acredita que o ganhador da Mega-Sena não foi assassinado porque não estava na cidade. “Ganhei uma vez de Deus um dinheiro grande e outra vez de Deus a minha vida de volta”, disse o ganhador do prêmio.

Em depoimento, um acusado de ser matador de aluguel deu a seguinte versão, explicada pelo delegado Ivan Barreira: “Ele disse que foi dito pelo suposto mandante: ‘este cabra está me dando muito trabalho, eu preciso tirar ele do meu caminho, se referindo ao cabra, que seria o filho dele’”.

“Era o cara mais honesto do mundo, o meu pai. Ele não devolver o meu prêmio já era uma coisa que ninguém acreditava nisso. Agora, acontecer de ele mandar me matar, isso é muito mais inacreditável. Eu acho uma ganância muito grande”, desabafou o milionário.

Na fazenda do irmão, Fabiano Leão de Barros, foram encontradas várias armas. Ele e o pai se dizem vítimas de uma armação: “Ele já nos ameaçou de morte varias vezes. Nós já fizemos boletim de ocorrência na polícia. Somos vítimas dele. A gente fica taxado como bandido”, explica o irmão do milionário, Fabiano Leão de Barros.












quinta-feira, 20 de maio de 2010

Casa Minha....

Uma das coisas que mais sinto falta é da minha casa....com tudo dentro...literalmente...pois quando estamos na casa dos outros é que descobrimos o quanto nossa casa, por mais simples que seja é nosso reino. Onde podemos fazer de tudo ( ou quase tudo)...eu no caso....por exemplo, deixar as roupas para lavar quando quiser e onde quiser, tomar banho demorado a hora que bem entender, ser dono do meu controle remoto, comer tudo o que eu quiser e quando quiser, sentar no sofá que mais me agrada e colocar meus pés pro alto, dormir a hora que eu bem entender, acordar a hora que eu quiser e puder, rsrsrsrs

Olha isso é só umas coisas que eu sinto falta, pois se fosse relatar tudo ia falta tempo e espaço, no meu Blog...o que eu quero dizer é que hoje eu sei o que deixei pra traz, mas sei que não foi por minha culpa...estava precisando deste choque...

Não vejo a hora de poder ter minha casa de novo, ter meu lar, se nele tiver alguém ótimo....vou quer sim dividir...pois todos nós sabemos que um marido é diferente...do que família...neles pode fazer chantagem....rsrsrs....

E depois ser compensados....rsrsrsrs....

sábado, 15 de maio de 2010

Ramón Valdés - Seu Madruga

Hi Guys, Hello Girls, I'm back!
Estou aqui pra lhes mostrar um PEQUENO texto, sobre esse cara q se tornou o idolo de todos nos q curtimos chaves, sem duvida o melhor comediante q o mundo ja teve....se vc eh fan e curte si. madruga leia....sem mais..flws!

Ramón Valdés, o eterno SEU MADRUGA

(1923-1988)

DEPOIMENTOS E FATOS INÉDITOS SOBRE A MORTE DO ÍDOLO

por Gustavo Berriel

“Ramón Valdés foi meu comediante favorito. Ninguém me fez rir tanto como Ramón Valdés. A morte dele me afetou muito, éramos muito amigos.” Palavras de Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, criador e intérprete dos lendários seriados Chaves & Chapolin. Chespirito fez esse pronunciamento em mais de uma ocasião. Sempre que lhe perguntam sobre Ramón, como que instantaneamente seus olhos se enchem de lágrimas e se perdem em lembranças tão nostálgicas quanto belas. Bolaños não se cansa de lembrar que Ramón Valdés foi seu comediante preferido. Tal declaração é, para aquele que é considerado o gênio da comédia, de uma importância incalculável. É o grande mestre da comédia elegendo o seu melhor comediante, aquele que também pode ter sido o seu melhor amigo.

Não é só Chespirito que se emociona ao lembrar Ramón Valdés, o Don Ramón (para nós, Seu Madruga) da série mundialmente famosa El Chavo del Ocho (Chaves). Todo o elenco da Vila era muito próximo de Ramón. Todos se lembram dele como um grande amigo, um irmão ou até mesmo um pai. De personalidade ambiguamente forte e simples, sabia cativar com seu jeito humilde e, principalmente, com seu bom humor. Para incorporar o Seu Madruga, ele só precisava de uma calça jeans, uma camisa preta, um par de tênis branco e um chapéu. Estava pronto. Chegava atrasado nas gravações, falha que compensava com seu talento primoroso. Interpretava tão naturalmente que é difícil dissociar o ator do personagem. Dono de um tempo de comédia raríssimo e certeiro, era capaz de fazer os companheiros de trabalho (elenco e equipe técnica) morrerem de rir durante as gravações.

É difícil dizer com qual dos atores o Seu Madruga se dava melhor. Todos falam tão bem dele e lembram-no com tanta saudade... Carlos Villagrán, o Quico, disse, recentemente:

— Nós tínhamos uma amizade tão forte, uma cumplicidade que não se pode calcular. Éramos muito unidos, de tal forma que ninguém pode entender. Até hoje não parei para pensar na sua morte. Para mim seria o fim.

São palavras fortíssimas, de grande apelo emocional, beirando o delírio. Observem a carga dramática do depoimento: como é grave o sofrimento de Carlos Villagrán ao se lembrar do amigo! Amigo que o acompanhou quando deixou para trás o elenco de “Chaves” e a Televisa. Amigo que chegou a atuar só com ele em outros seriados.

O curioso aqui é que Carlos, ao deixar o programa de Chespirito, em outubro de 1978, saiu brigado com todos os seus ex-companheiros, à exceção, obviamente, de Ramón. Este, no entanto, retirou-se do elenco, poucos meses depois, para ir trabalhar com Carlos em outro seriado e, contudo, não saiu brigado com ninguém! Tanto que, três anos depois, voltou para o elenco de Bolaños (sem, ainda, brigar com Villagrán – os dois ainda fariam mais um seriado juntos).


“Assim como no seriado, na vida real também era como um pai para mim. Ele me beijava na testa e me chamava de Chiquinha (Chilindrina) mesmo.” – lembra María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, que realmente poderia ser filha de Seu Madruga, já que a diferença de idade entre os dois é de 25 anos. “Quando ele morreu, a Chiquinha chorou diariamente por um bom tempo.”, recorda-se.

María Antonieta e Ramón Valdés atuaram juntos desde o final dos anos 60 ao lado de Chespirito

No mesmo dia da morte de seu “papito lindo”, Chiquinha fez um show para milhares de pessoas em homenagem ao ator. Terminado o espetáculo, não pôde conter o choro enquanto cantava uma música especial que ela mesma escreveu para ele.

E quem não se lembra do triste depoimento de Edgar Vivar (Sr. Barriga) para a equipe de Sônia Abrão no programa Falando Francamente, sobre a morte de seu amigo? Edgar não conteve as lágrimas. Considerou o fato como o pior episódio de que pode se lembrar de toda a sua carreira.

Edgar regressava de uma viagem à Guatemala quando, enquanto ainda descia do avião, recebeu a notícia trágica. As pessoas gritavam: “Senhor Barriga, o Seu Madruga morreu! O Seu Madruga morreu!”. Foi um choque muito grande, conta o ator, os olhos cheios d’água.

— Havia muitíssima gente no enterro. Gente do meio artístico e também o povo; todos foram se despedir de Don Ramón. Quando o enterraram, as pessoas começaram a aplaudir...

A fala de Edgar Vivar é interrompida por um silêncio doloroso e interminável.
Quando esteve no Brasil e foi entrevistado por Sônia Abrão, Edgar lembrou, a pedido dos fãs, os bons tempos com o amigo. Na maioria das vezes, eles saíam juntos após as gravações, já que moravam muito perto. “Às vezes eu dirigia, outras vezes era ele. Eu freqüentava a casa dele e adorava seus filhos. Ele também freqüentava a minha casa. Éramos muito amigos”.

Contudo, possivelmente quem mais sofreu com a morte do ídolo Ramón Valdés foi sua inseparável amiga Angelines Fernández, a Dona Clotilde, que também já faleceu. Poucos sabem, mas Angelines e Ramón já se conheciam tempos antes dos programas de Chespirito, pois eram renomados atores do cinema mexicano dos anos 50 e 60. Aliás, foi Ramón quem apresentou a atriz a Chespirito. Ela estava interessada em integrar o elenco de Bolaños e foi falar com Ramón, perguntando se Chespirito não tinha algum papel para ela. Foi assim que ingressou nas séries de Chespirito e nunca mais saiu.

— A morte do Don Ramón foi uma tragédia para a minha família. Minha mãe nunca mais foi a mesma, entrou em depressão e morreu poucos anos depois – disse Paloma Fernández, filha única da atriz que ficou reconhecida mundialmente como a Bruxa do 71, em entrevista a uma revista venezuelana.

— Ela descuidou da saúde, passou a fumar ainda mais. Nunca aceitou a morte do Don Ramón. Eram muito ligados, se amavam muito – completa Paloma.

Angelines Fernández morreu em março de 1994, do mesmo mal que matou Ramón Valdés: o fumo. Os dois fumavam muito e descontroladamente. Conta-se que, no enterro de Ramón, Angelines foi a última a ir embora do cemitério. Ela ficou ao lado do túmulo o dia inteiro, chorando, inconformada. Dizem também que ela não parava de falar, como se estivesse conversando com Ramón.

Mas Angelines continuou a gravar os programas de Chespirito até o ano de sua morte. Comparando a fase antiga com a recente, é assustadora a mudança física por que passou a atriz. Antes magérrima, engordou consideravelmente, além de estar visivelmente abatida nos programas mais novos. De fato, a morte de Ramón mexeu muito com ela e, como disse sua filha, a atriz nunca mais foi a mesma. Morreu seis anos depois, de câncer no pulmão.


“Ramón morreu ontem de madrugada, vítima de uma parada cardíaca, após permanecer um mês internado com câncer no pulmão.”


http://www.turmach.host.sk/morte.10.jpg


Esta é capa de um jornal de Porto Rico do dia 10 de agosto de 1988

A legenda da foto diz: “Ramón Valdez, al centro, el popular "Ron Damón" de la serie mexicana "El Chavo del Ocho", murió ayer de un ataque al corazón. En la foto lo acompañan Roberto Gomez Bolaños como "El Chavo" y Maria Antonieta de las Nieves, "La Chilindrina", dos de sus compañeros en la popular serie.”

T.: Ramón Valdés, ao centro, o popular “Seu Madruga” da série mexicana ‘Chaves’, morreu ontem de um ataque do coração. Na foto, estão Roberto Gómez Bolaños como Chaves e María Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, dois de seus companheiros na série.

Quando descobriu o câncer, já era tarde. Ramón foi internado no início de julho no hospital Santa Helena, na cidade do México. Como diz o jornal, ele ficou internado um mês. No início de agosto, foi submetido a uma cirurgia no cóccix (pequeno osso que termina na parte inferior da coluna vertebral).

O jornal destaca ainda as atuações de Ramón no cinema, onde alcançou fama nacional. E, claro, ressalta que conquistou fama mundial com o personagem Seu Madruga da série de Roberto Bolaños. E ainda comenta que seus últimos trabalhos foram ao lado de Carlos Villagrán (Quico), na série ‘Ah, que Kiko!”.

Os fãs também sentem saudade... É, a gente sente. Nosso querido Seu Madruga. Tão amado, tão amigo, tão vivo. Vivo, sim, porque sua imagem está eternizada nos seriados. Como disse em certa ocasião seu dublador no Brasil, Carlos Seidl: “Parece que ele não morreu, pois sua imagem está ali, viva, e ainda nos faz rir.” É isso mesmo. Seu Madruga vive para sempre em nossas memórias e em nossas casas quando ligamos a TV para assistir ao ‘Chaves’. Ele vive cada vez que sorrimos por sua causa. Cada vez que nos faz rir! Porque quando nos faz rir, nos faz viver. E se nos faz viver, ele também está vivo.

Seu Madruga é imortal.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Líder da ONU sobre o clima pede que países fortaleçam relações

Encontro faz parte dos preparativos para reunião maior que será feita no México

Yvo de Boer, responsável da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre mudança climática disse nesta segunda-feira (3) que é preciso fortalecer as "relações de confiança" entre os membros das Nações Unidas danificadas após a cúpula climática de Copenhague (COP15), que terminou sem um acordo sobre a redução da emissão de gases do efeito estufa.

No segundo dia do Diálogo Climático de Petersberg, que ocorre até amanhã em Königswinter (oeste da Alemanha), Boer falou que o processo negociador "ficou seriamente prejudicado" depois que vários países criticaram sua exclusão do diálogo e defendeu a intensificação da confiança e da transparência do processo.

O Diálogo Climático de Petersberg, que ontem foi aberto pela chanceler alemã Angela Merkel e pelo presidente mexicano Felipe Calderón, prevê impulsionar o diálogo internacional sobre a redução de emissões poluentes com 45 delegações ministeriais diante da próxima Cúpula de Cancún (México) no final do ano.

Apesar do objetivo da ONU de que em Cancún surja um tratado vinculativo de redução de emissões que substitua o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012, Boer se mostrou cauteloso e defendeu um pacto que permita seguir trabalhando e aumentando os objetivos de redução.

Ele explicou que o tratado legal não será possível até que os países comprovem "que existe um sistema viável" e o referendem.

- Se não, seria como pedir-lhes que assinassem um cheque em branco.


Susan Boyle vende 8,3 milhões de discos em cinco semanas

O disco de estreia da cantora foi o maior best-seller de 2009

O disco de estreia de Susan Boyle foi o maior best-seller de 2009. I Dreamed a Dream, que chegou às lojas em novembro, foi o mais vendido na Grã-Bretanha e ficou em segundo lugar na América, atrás de Fearless, de Taylor Swift.

Um relatório da International Federation of the Phonographic Industry (IFPI) mostra que ela ficou em primeiro lugar mundialmente, apesar de o disco ter uma janela de apenas cinco semanas de vendas. No total, Boyle teve 8,3 milhões de cópias vendidas.

Cinegrafista da Rede Record é preso durante reportagem

Matéria mostra funcionário da polícia dirigindo carros que não poderiam estar nas ruas

Um cinegrafista da Rede Record foi preso nesta segunda-feira (3) após um delegado da Polícia Civil ficar insatisfeito com uma denúncia da equipe de reportagem da emissora sobre carros usados irregularmente pela polícia.

A equipe de jornalismo tentava ouvir o delegado sobre a denúncia de uso indevido de uma viatura e de um carro apreendido. O investigador Dayros Isnar Almeida foi flagrado há duas semanas dirigindo os veículos que não podia estar circulando.

As imagens da reportagem da TV Record (veja abaixo) mostram o momento em que o delegado José Carlos Alves Viegas, do 22º DP, em São Miguel Paulista, prende o assistente de cinegrafista, Hebert Mota. Ele ficou preso na delegacia por mais de duas horas.

A ordem da Secretaria de Segurança Pública para a liberação dele chegou poucos minutos depois da prisão. Mas a determinação só foi cumprida por volta das 17h30. A corregedoria da Polícia Civil e a SSP informaram que vão investigar o abuso de autoridade cometido pelo delegado José Carlos Alves Viega contra a equipe da TV Record.

Olha pessoal e vocês ainda acham que a Policia é de confiança...isso se chama abuso de autoridade...depois de várias matérias que a gente pode ver nos principais meios de comunicação...que a coisa anda feia em nosso país quanto a nossa segurança...tanto nas pessoas que votam as leis quanto nos que a aplicam....neste caso a Policia....